
Por Admarino Júnior
Com certeza, muitos de vocês já ouviram falar de criaturas fantásticas, monstros e animais gigantes como o monstro do lago Mess, unicórnios, dragões e até o famoso chupa-cabras. Além dos que conhecemos no folclore amazônico como o Boiúna ou cobra grande, o Mapinguari, Uirapuru. Os relatos de viajantes, marinheiros que acreditam ter visto algo desse tipo nunca esteve tão vivo quando mencionamos tais criaturas.
Pois é, o que poucos sabem é que há uma ciência (ou melhor uma Pseudociência) que estuda as chamadas criaturas lendárias que é a Criptozoologia (Kryptos em grego que significa escondido).
A criação do termo criptozoologia é atribuída ao Zoologista belga Bernard Heuvelmans na década de 1950. Heuvelmans certa vez destacou que muitas fontes preciosas para suas pesquisas estavam nas lendas urbanas e histórias locais que falavam de criaturas, pois, por mais que tais relatos estivessem mergulhados de elementos fantásticos, continham verdadeiros “grãos” de verdades e informações sobre organismos não descobertos.
Por outro lado, há críticas a essa pseudociência, alegando que ir atrás de criaturas como o Pé Grande, o Lobisomem só incita a imaginação das pessoas, que esperam assim ver algo parecido com os efeitos especiais de um filme de ficção científica.
Desse modo, cabe a nós espectadores, acreditar ou não na veracidade desta fantástica fábrica de imaginação que a ciência ou pseudociência Criptozoologia nos oferece. Mas, também, como dizia meu velho avô: “meu filho, deixe sua imaginação lhe levar...”

Revista Leituras da História, nº 30
http://parahistorico.blogspot.com/2009/02/mitos-e-lendas-da-amazonia.html
No interior, nas vilas aonde se vive quase que no meio da floresta, a crença nesses seres fantásticos é grande. quase todos acreditam em seres inanimados da floresta do bem e do mal..
ResponderExcluirmuito interessante!
relmente eu pude notar isso quando estive no marajó..
ResponderExcluiré muito intrigante